A ausência de planejamento integrador e da implementação de políticas que absorvessem a rápida urbanização das cidades brasileiras consolidou um quadro de exclusão e agravamento das desigualdades sociais.
Analisando a realidade da cidade de fortaleza, verifica-se o uso crescente da bicicleta como meio de transporte não somente para atividades de lazer, mas por motivo de trabalho e estudo e considera fundamental que seja dado a este modo de transporte o tratamento adequado ao papel que ele desempenha nos deslocamentos urbanos de milhares de pessoas.
O presente relatório enfoca os dados do ano de 2007, a partir de informações da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania de Fortaleza - AMC apresentando as estatísticas de acidentes de trânsito no município de Fortaleza, com base no Sistema de Informações de Acidentes de Trânsito do Município de Fortaleza - SIAT-FOR, os dados retirados tratam com relevância a situação da bicicleta, como modal de transporte.
1. DADOS GERAIS DO MUNICÍPIO
Área (km²): 336
População: (hab.) 2.44.437 (*)
Frota particular (motos e carros) 478.283 (**)
DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL POR USO DE MEIO DE TRANSPORTE (**)

Fontes: (*) Estimado a partir da população do IBGE: 1º de abril/2007
(**) DETRAN/CE: dezembro/2007
Diante do caos que se vê hoje nos deslocamentos urbanos na cidade de Fortaleza face aos dados exposto na figura acima, as atuais políticas de transporte falham por não levar em consideração seu impacto na pobreza e na exclusão social, e não atender às demandas de transporte de grupos economicamente menos favorecidos, que se valem principalmente do transporte público, do caminhar e do pedalar para atingir suas necessidades de mobilidade – representando 80 (oitenta por cento) da população, isto porque 20% (vinte por cento) desta massa está ocupando quase a totalidade dos espaços públicos das ruas na utilização do transporte individual motorizado.
O que pode se observar, também, da imagem acima é que o transporte individual produziu uma verdadeira cultura do automóvel que legitimou a destinação de enormes recursos públicos para investimentos em ampliação do sistema viário, na busca de paliativos para um problema sem solução: garantir fluidez para um modelo de mobilidade insustentável em médio prazo. Independente dos dados e do fato de que este modelo é absolutamente insustentável sob todos os pontos de vista, nossas cidades permanecem sendo construídas para acomodar seus veículos em detrimento dos espaços reservado às pessoas, canteiros centrais, áreas arborizadas que perdem áreas para ampliação do sistema viário e sempre tendo como justificativa a melhoria do tráfego, gerando o inevitável – a diminuição da qualidade de vida de nossas cidades.
2. PAINEL DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO
Os acidentes de trânsito, hoje, são um grande desafio para o país, não só pelo número de acidentes, pelo número de vítimas fatais, como pelo custo que gera para o setor público. Isso se tornou um problema não só do ponto de vista humano e moral, mas um problema de finanças públicas dos mais sério.
Custo Médio associado às pessoas (R$mil)
O custo médio associado à pessoa de um ileso corresponde a R$ 1.040.
Já, uma vítima classificada como ferida apresenta um custo médio de R$ 36.305.Uma vítima fatal, por sua vez, representa um custo médio de R$ 270.165
(**) DETRAN/CE: dezembro/2007
Diante do caos que se vê hoje nos deslocamentos urbanos na cidade de Fortaleza face aos dados exposto na figura acima, as atuais políticas de transporte falham por não levar em consideração seu impacto na pobreza e na exclusão social, e não atender às demandas de transporte de grupos economicamente menos favorecidos, que se valem principalmente do transporte público, do caminhar e do pedalar para atingir suas necessidades de mobilidade – representando 80 (oitenta por cento) da população, isto porque 20% (vinte por cento) desta massa está ocupando quase a totalidade dos espaços públicos das ruas na utilização do transporte individual motorizado.
O que pode se observar, também, da imagem acima é que o transporte individual produziu uma verdadeira cultura do automóvel que legitimou a destinação de enormes recursos públicos para investimentos em ampliação do sistema viário, na busca de paliativos para um problema sem solução: garantir fluidez para um modelo de mobilidade insustentável em médio prazo. Independente dos dados e do fato de que este modelo é absolutamente insustentável sob todos os pontos de vista, nossas cidades permanecem sendo construídas para acomodar seus veículos em detrimento dos espaços reservado às pessoas, canteiros centrais, áreas arborizadas que perdem áreas para ampliação do sistema viário e sempre tendo como justificativa a melhoria do tráfego, gerando o inevitável – a diminuição da qualidade de vida de nossas cidades.
2. PAINEL DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO
Os acidentes de trânsito, hoje, são um grande desafio para o país, não só pelo número de acidentes, pelo número de vítimas fatais, como pelo custo que gera para o setor público. Isso se tornou um problema não só do ponto de vista humano e moral, mas um problema de finanças públicas dos mais sério.
Custo Médio associado às pessoas (R$mil)
O custo médio associado à pessoa de um ileso corresponde a R$ 1.040.
Já, uma vítima classificada como ferida apresenta um custo médio de R$ 36.305.Uma vítima fatal, por sua vez, representa um custo médio de R$ 270.165
3. CRONOLOGIA DOS ACIDENTES COM CICLISTAS - 2007
Falta ao SIATT_FOR informações quanto o mapeamento onde e como acontecem as mortes de ciclistas na capital, este dão torna-se relevante diante da fatalidade decorrente deste tipo de acidentes como veremos nas figuras abaixo.
4. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DAS VÍTIMAS FERIDAS POR CATEGORIA DO ANO DE 2007

Outros * Condutor (mobilete, maquinista de trem, carro de lixo e carroça)
4.1. DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DAS VÍTIMAS FATAIS POR CATEGORIA DO ANO DE 2007
5. VEÍCULOS ENVOLVIDOS EM ACIDENTES DE TRÂNSITO
Na tabela abaixo se encontra a classificação detalhada dos veículos envolvidos em acidentes de trânsito, de acordo com a severidade do acidente.
